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sábado, 30 de novembro de 2013

Cão D’água Português

Cão D’água Português
Cão D’água Português

Origem: Portugal

Tamanho: Médio


Área de criação: Grande


Temperamento: Dócil


Atividade física: Moderada


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Utilização: companheiro na pesca e na captura e companhia.
Tamanho: 50 a 57 cm para machos e 43 a 52 cm para fêmeas.
Peso: 19 a 25 quilos para machos e 16 a 22 quilos para fêmeas.
Aspectos gerais: é um cão médio, robusto, resistente e bem musculoso. É um nadador e mergulhador exímio.
Pelagem: todo o corpo se encontra abundantemente revestido de pelos resistentes, sem subpelo. Há duas variedades de pelos: uma longa e ondulada e outra mais curta e encaracolada. A primeira é ligeiramente lanosa e brilhante, a última é densa, sem brilho e forma cachos cilíndricos compactos. Com exceção das axilas e virilhas, os pelos distribuem-se por igual em todo o corpo. Na cabeça tomam o aspecto de tufos, na pelagem ondulada, e encaracolada na outra variedade. O pelo das orelhas é mais longo na variedade de pelo longo e ondulado. A pelagem é preta ou marrom em suas várias tonalidades, ou branco sólido. Em pelagens pretas ou marrons, o branco é aceito nos seguintes locais: focinho, topete, pescoço, antepeito, abdômen, ponta da cauda e parte inferior dos membros, abaixo dos cotovelos e jarretes. A pelagem branca deve existir sem albinismo, consequentemente, a trufa, as bordas palpebrais e o interior da boca devem ser pigmentadas de preto, ou de marrom em cães marrons.
Longevidade: 12 a 14 anos.
Temperamento: é inteligente, leal e obediente, apresentando temperamento voluntarioso e altivo.

sábado, 9 de novembro de 2013

cão d’água português.


Bo, o ‘primeiro-cachorro’ dos EUA, é um cão d’água português
Hoje um dos cães mais famosos do mundo, Bo, o mascote da família Obama é um legítimo cão d’água português.
A raça, originária do Algarve, em Portugal, é bastante antiga: existem referências ao seu tipo físico em um texto de 1297, mas suas origens de fato são obscuras. Alguns historiadores dizem que chegaram a Portugal vindos do norte da África.
Excelente nadador, ele era um cão marinheiro, ajudante de pescadores em atividades variadas, como espantar cardumes para a rede, buscar objetos caídos na água ou como mensageiro entre barcos ou entre barco e terra. No século 20, com novas tecnologias, não havia mais trabalho para o cão d’água, sua população reduziu-se a pouquíssimos exemplares na costa de Algarve, e na década de 1930 ele chegou muito perto da extinção!
Graças a um rico empresário dos Açores, chamado Vasco Bensaúde, a raça foi recuperada e estabelecida. O canil de Bensaúde foi adquirido mais tarde por uma empresária peruana chamada Conchita Cintrón, que internacionalizou a raça, que chegou aos Estados Unidos na década de 1960. Hoje ele também é bastante popular nos países escandinavos.
De porte mediano, forte, compacto e musculoso, o cão d’água pode chegar a 54 cm de cernelha e 25 kg para os machos mais fortes. Longo e crespo, os pelos podem ser totalmente pretos, brancos ou castanhos, e também mesclados.
Um dos 3 mascotes do falecido escritor José Saramago era Camões, também da raça portuguesa.
Dono do espírito aventureiro dos mares, ele é incansavelmente ativo, e muito inteligente e obediente. Dizem que o convívio no espaço reduzido das embarcações fez com que ele se tornasse um cão muito apegado ao seu dono. Por isso, adora a companhia da família e gosta de sentir-se parte dela, além de ser bastante sociável com pessoas estranhas e outros cães. Mesmo assim, é um bom cão de guarda, tanto de seus donos, de crianças e de seu espaço.
O cão d’água português pede uma família que seja ativa, que o leve para passear, brincar e fazer atividades, mesmo morando em um pequeno apartamento. Ele será infeliz se for esquecido em um quintal gigante e não dispuser de muita atenção e carinho.